| calidoscópio |
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Terça-feira, Janeiro 24, 2006
Publicado em
9:44 PM
por AUGUSTO MAYA
Mulher (in)dependente Um pequena história que eu ouvi por essas veredas: Ao passar pela loja, a moça vê um par de lindas sandálias, olha para o marido e diz: - Bem, olha essas sandálias, elas são tão bonitas... E pede ao marido para comprá-la. O marido compreende o desejo da esposa. Passado um tempo: Ambos saem da loja com a sacola contendo a vontade da mulher. Caminhando um pouco a mais pelo centro comercial, a mulher encontra outro par de sandálias igualmente bonito, talvez até mais cativante.... Por não trabalhar fora já não se sente tão livre de pedir ao esposo que compre o novo par e por fim acaba não fazendo. Ou acaba? vive... Frase: O sistema o quê fez? Mantêm a classe média baixa presa em sobrevida numa linha entre o consumo e a falência, a pobre mal sobrevive... LIVROS (para nos [des]instruir) * Sagarana (principalmente, na minha simples opinião, os contos: A hora e a vez de Augustro Matraga e Corpo Fechado) * Maiakóvsky - Poemas (tradução de augusto e haroldo de campos E boris schnaiderman) Comentários: Terça-feira, Janeiro 17, 2006
Publicado em
11:02 PM
por AUGUSTO MAYA
I wanna go home, Take off this uniform and leave the show, But I'm waiting here in this cell because I have to know, Have I been guilty all this time?
Gabriel Garcia Márquez - Cem Anos de Solidão A colheita é comum, mas o capinar é sozinho
João Guimarães Rosa - Grande Sertão:Veredas Comentários: Quarta-feira, Janeiro 04, 2006
Publicado em
11:42 AM
por AUGUSTO MAYA
Tres anéis para os Reis-Elfos sob este céu, Sete para os Senhores-Anões em seus rochosos corredores, Nove para Homens Mortais, fadados ao eterno sono, Um para o Senhor do Escuro em seu escuro trono Na Terra de Mordor onde as Sombras se deitam. Um Anel para todos governar, Um Anel para encontrá-los, Um Anel para todos trazer e na escuridão aprisioná-los. Na terra de Mordor onde as Sombras se deitam grande sertão::::::::::::::VEREDAS
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MAIAKÓVSKI : A poesia - toda - é uma viagem ao desconhecido A FLAUTA-VÉRTEBRA Prólogo A todos vocês, que eu amei e que eu amo, ícones guardados num coração caverna, como quem num banquete ergue a taça e celebra, repleto de versos levanto meu crânio. Penso, mais de uma vez: Seria melhor talvez pôr-me o ponto final de um balaço. Em todo caso eu hoje vou dar meu concerto de adeus. Memória! Convoca aos salões do cérebro um renque inumerável de amadas. Verte o riso de pupila em pupila, veste a noite de núpcias passadas. De corpo a corpo verta a alegria. Esta noite ficará na História. Hoje executarei meus versos na flauta de minhas próprias vértebras. 1915 (Tradução de Haroldo de Campos e Boris Schnaiderman) PENA DE MORTE : A morte - por si só - já é uma pena... :: Viver é muito perigoso :: Comentários:
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